Archive for the ‘Mídia’ Category
A Unilever está lançando um novo desodorante, o Axe Twist, que promete mudar a fragrância durante o dia. Segundo a empresa, isso mantém as garotas interessadas…
Enfim, o interessante mesmo é a campanha que eles prepararam: uma garota fica com webcam ao vivo, no Ustream, enquanto o pessoal interage com ela por meio de mentions no Twitter.
Já participaram algumas garotas e, ao que parece, uma nova está por vir para ficar até o dia 25 de março. Então, aproveite para acompanhar a garota no Ustream e enviar cantadas pelo Twitter!
Em resposta ao post “Entendendo Redes Sociais e Mídias Sociais assim como suas ferramentas” do Mídias Sociais blog:
“Propaganda” ou “publicidade”?
Philip Kotler e Kevin Lane Keller definem, em “Administração de Marketing”, PROPAGANDA como: “qualquer forma paga de apresentação não pessoal e promocional de ideias, bens ou serviços por um patrocinador identificado”.
PUBLICIDADE só aparece como recurso do profissional de Relações Públicas. Quando algo é bom ou ruim, a marca tem publicidade positiva ou negativa, ou seja, divulgação espontânea e que foge ao controle da empresa.
O conceito, por causa da “propaganda” nas grandes guerras (a propaganda moderna deve muito ao nazista Joseph Goebbels), foi afastado do vocabulário anglicano e norte-americano. Lá, eles usam ‘advertising’ para o que chamamos de ‘propaganda’. O que chamamos de ‘publicidade’, para eles é ‘public relations’ (exercida pelo PR Manager). Propaganda, para eles, é um termo que define propagação ideológica sem escrúpulos, como nas guerras.
“Redes sociais” ou “mídias sociais”?
Coloquialmente utilizamos ambos como sinônimos. Entretanto, o termo rede social é super antigo no mundo corporativo, sempre foi usado com relação à construção de networks. Se temos uma mídia (a internet/um site) intermediando a rede social, então esta mídia é social (mas, dentro dela, existe a rede).
No final das contas, em ambos os casos, no dia-a-dia não faz muita diferença usar um termo ou outro. No final das contas, hoje nos referimos à publicidade apenas como retorno de mídia ou conteúdo gerado por usuário. Já as redes sociais sem mídias intermediadoras são chamadas apenas de networks. A linguagem técnica e seus conceituadores devem ser tão flexíveis quanto ela própria, o mundo muda, evolui, progride, assim como nossa língua. Sendo assim, debater terminologias retrógradas é jogar conversa fora!

A segunda onda da internet, chamada por Tim O’Reilly de Web 2.0, possui muitas diferenças da primeira onda. Entre as mais importantes, a possibilidade de colaboração, a facilidade em criar conteúdo e a comunicação de via dupla entre empresas e clientes.
O rádio foi uma grande revolução da comunicação de massa. Durante décadas foi a mais popular e disputada, ditando a vida das pessoas com notícias e entretenimento, concentrando a maior parte da verba publicitária. Aí veio a televisão, e muitos acharam que o rádio iria morrer. Mas ele sobreviveu, continuou firme e forte. Nos últimos anos, com a internet, muitos também disseram: o rádio vai morrer. Ainda mais agora, que o compartilhamento de arquivos mp3 é facílimo e as conexões estão cada vez mais rápidas e baratas, possibiitando o streaming de áudio.
Mas, todos ignoraram as características que o rádio tem em comum com a web 2.0, justamente as características que mais atraem as pessoas para as mídias sociais na grande rede.
Queen “Radio Ga Ga”
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O rádio sempre permitiu a participação do ouvinte, ou seja, era a mídia de massa mais interativa antes da internet. As rádios sempre permitiram visitas aos estúdios, fizeram sorteios de ingressos para os ouvintes, montaram rankings com as músicas mais pedidas… tudo muito colaborativo.
Mesmo que o usuário tenha um iPod com 32 GB de músicas, possa escutar automatizadas rádios online (que permitem pausar e avançar as músicas), ainda assim, as rádios convencionais terão mais valor. Por quê? Porque escutar música assim é frio, mecânico, impessoal, individual. Por isso, o fator mais precioso que o rádio tem em comum com a web 2.0 é o fator HUMANO.
O usuário sabe que por trás das músicas tocando na rádio existe uma equipe trabalhando, com um locutor bacana falando pra ele e para todo mundo que está ouvindo junto com ele. Além disso, não são apenas músicas e anúncios: você tem os comentários dos locutores, notícias, recados dos ouvintes… E sabe que, junto com você, existe um monte de gente escutando e curtindo junto. Você não está sozinho.
Você pode até ter lembrado do serviço Blip, que permite aos seus usuários enviar músicas num “playlist social”. Sim, é muito social, muito humano, mas não há personalidade, não há hierarquia, não há previsibilidade. As rádios desenvolvem personalidade própria, ou seja, o ouvinte conhece suas vinhetas, sabe o tipo de música que vai ouvir, conhece os locutores pelo nome e reconhece sua voz. Sabe que a equipe da rádio pode contar novidades do cenário musical que não teria acesso com seus amigos.
No Blip, as pessoas conversam e prestam homenagens, mandando músicas como bem entendem. Ou seja, se você adiciona alguém que mandou duas músicas dos Beatles, mas na sequência ele pode mandar um sertanejo ou um funk. É imprevisível! A imagem que as rádios criam são tão fortes que elas são realmente personificadas, ganhando um papel de companheira na vida dos ouvintes.
The Buggles “Video Killed the Radio Star”
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Sendo assim, podemos concluir que escutar rádio continua sendo uma delícia e que enquanto as pessoas gostarem de fazer as coisas juntas, o rádio, assim como a internet, não vai morrer.
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Minha rádio favorita? Kiss FM (site)(siga no Twitter)
A Nintendo e a agência Dentsu estão prestes a lançar o novo serviço de video-on-demand para o console Wii. Consoles rivais já oferecem serviços de download de vídeo, mas aparentemente a Nintendo tentará fugir da fórmula comum.
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O nome da coisa é Wii No Ma. Poderíamos traduzir como Sala Wii. E realmente, é uma sala (de jantar, provavelmente) na qual a família se reúne para fazer refeições, conversar, assistir conteúdo em vídeos e interagir. No local, gadgets com previsão do tempo e diversos outros recursos online estarão disponíveis.
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Sobre os vídeos, sabe-se apenas que vídeos gratuitos e pagos serão oferecidos e o conteúdo será original e dirigido à “família”. Propaganda nos gratuitos. Ao final de cada vídeo, o usuário classifica se gostou ou não.
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O lado que favorece o marketing é grande e inovador: muitas parcerias com anunciantes irão brindar o usuário com informações sobre produtos, possibilidade de solicitar amostras grátis, cupons de desconto, sondagens e tudo quanto é tipo de pesquisa de mercado (com pequenos benefícios aos usuários). O limite será a criatividade dos profissionais da Dentsu, que terão à disposição vários dados sobre o consumidor (como idade, vídeos que se interessa e produtos que se interessa).
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Ou seja, será uma grande mistura de canal de entretenimento com consumo, totalmente “dirigível” e “segmentável” (sic). Aspectos comerciais deixam de ser passivos, como na TV convencional, e o conteúdo visualizado é 100% customizável. Seria uma vanguarda da Nintendo/Dentsu para o futuro da televisão, adaptada ao mundo dos games?
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O mais estranho a respeito da coleta de dados do usuário é que eles pedem até o tipo sanguíneo do sujeito!
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Fontes: Popzara | TrendHunter | Kotaku

“Os tradicionais domínios de primeiro nível como .com, .net, .gov, .edu continuarão a existir. Só que, em breve, poderão fazer companhia a eles qualquer (sim, qualquer) combinação entre .a e .z”
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Isso significa que domínios como http://marcelo.tas ou http://bono.u2 ou até mesmo http://fhc.psdb poderão ser registrados.
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“As empresas estão doidinhas com esta possibilidade. Já imaginam o quanto vão ter de inve$$$$tir para garantir que nenhum engraçadinho registre domínios como cocacola.engordamuito.br ou bahuan.ehmala. As possibilidades são infinitas e pode haver uma corrida pela preservação dos endereços.”
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“A ICANN, uma espécie de ‘Supremo Tribunal’ da Internet mundial jura que a regra não vai entrar em vigor enquanto não se decide exatamente o que fazer para evitar a zona total, geral e irrestrita. Para se ter uma ideia da confusão provável, a medida foi aprovada no ano passado e até agora não há data para que entre em vigor. Por outro lado, seu vice-presidente, Paul Levins, disse ao jornal americano USA Today que esta liberação será uma das maiores oportunidades de marketing da história.”
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Fonte: Limão – nos comentários de lá eles propuseram aos visitantes que inventassem novos domínios criativos, pra treinar, bem legal.
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MINHAS PRIMEIRAS IDEIAS:
http://google.google
http://g.mail
http://folha.sp
http://celular.nokia
http://inverso.www
http://info.abril
http://editora.abril
http://rede.bandeirantes
http://net.siberia
http://telefonica.speedy
http://atila.velo
http://uol.uol
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Entre milhões de outros! Sem os básicos .com e .com.br, acho que será mais difícil de lembrar…
Aproveitando a característica em comum de três títulos da editora, a Abril criou um mashup que foi integrado ao site de três revistas: SuperInteressante, Mundo Estranho e Aventuras na História.
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O serviço chama-se “Supermundo”, possui uma página própria no melhor estilo iGoogle, de adicionar e remover widgets. Talvez o recurso mais funcional seja a pesquisa, que procura pelo termo desejado no acervo dos três títulos. Dessa forma, se você procurar por “Che Guevara“, por exemplo, vai encontrar uma biografia que saiu na SuperInteressante, curiosidades que saíram na Mundo Estranho e fatos históricos (alguns raros) publicados na Aventuras na História.
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É ciência que não acaba mais. Não é organizada como a Wikipedia, mas é uma boa fonte de pesquisa e entretenimento, capaz de satisfazer a sede por conhecimento de pessoas como eu por horas a fio…
Fica a dica:
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