Archive for the ‘Guerrilha e Guerra’ Category
Em primeiro lugar, o nome Rousseff já complica tudo. É preciso comprar 3x mais domínios para assegurar erros de digitação, como dilmarousef.com.br ou dilmarussef.com.br (e não fizeram nada isso). Mas, vamos direto aos pontos mais críticos:
- Buscando por “blog da Dilma” no Google, o blog não oficial (criado por uma fã/militante) aparece antes do oficial #seofail;
- O domínio é de extensão pouco popular, dilma2010.blog.br, o .com.br não existe e o .com está à venda. Qualquer um que se esqueça do blog.br não encontrará o site;
- Quem tem memória boa vai perceber que a candidata gastou milhões em plásticas, perucas e guias de como sorrir de forma simpática;
- No Twitter, um português péssimo, frases inintelegíveis, mentions com espaçoa após o @ ou com cedilha, feed automático dos posts do blog, sem background. Diálogo e engajamento estão que nem a fome: zero;
- O layout do blog é montado sobre WordPress simples, com um topo animado em flash (super brega), cheio de estrelas piscando;
- O nome do partido não está entre as keywords no SEO do blog;
- Numa tentativa de multiplicar os publicadores de conteúdo relacionado, para ganhar relevância em buscadores e evidência entre eleitores, tentaram algo como na campanha do Obama. Chamaram de “Apoiadores da Dilma”, e não passa de um WordPress pré-configurado para gerar sub-blogs em WordPress, com layout padrão e post inicial padrão. No final das contas, obtiveram centenas de sub-blogs sem conteúdo algum e alguns poucos (e toscos) ativos.
Conclusão
O maior problema é a familiarização com a web e com as mídias sociais. Percebe-se claramente que tanto a candidata como seus assessores não estão devidamente inteirados. Como consequência, acabam fazendo papelões. Tentam copiar o Obama, mas obtém apenas um resultado amador e de pouca eficiência. Outros candidatos, uns dois ou três, começaram a aprender bem antes, e talvez isso seja crucial para o desempenho de suas campanhas online.
Fica a dica: Dilma e assessores, se não conseguirem se qualificar para este trabalho, corram atrás de gente competente, senão ficarão bem, bem para trás.
O blog midiabuzz.com.br publicou um excelente artigo no qual descreve 4 estilos de atuação corporativa no Twitter. Tomei a liberdade de emprestar algumas partes, com o intuito de disseminar o conteúdo. O artigo original você encontra clicando aqui.
Confira os 4 tipos:
“Conversationalists”
Os “conversadores” são aqueles usuários que sabem por que estão no Twitter. Embora sempre com um fundo comercial, eles são mais dispostos a dialogar. Muitos consultores e analistas se enquadram nesse perfil. Nesse caso, o benefício profissional é menos direto, mas não pense que ele não existe. Através do diálogo esses profissionais alcançam níveis altos de credibilidade e confiança da comunidade.
“Conversational Marketer”
Uma mistura entre diálogo e auto promoção. Talvez tenham links para seu negócio ou blog com mais freqüência. No entanto, ainda sim participam ativamente do diálogo. Vez ou outra irão lembrá-lo sobre seus produtos, ou sobre seu novo site ou newsletter e depois continuar com o diálogo. Até que chega um ponto que seus receptores já não distinguem claramente o diálogo da auto promoção. Um ótimo exemplo disso é o @camiseteria. Apesar do grande diálogo que existe entre o perfil e seus seguidores, sempre há na timeline tweets abordando o site, as promoções e as novas estampas. Algumas pessoas podem não gostar, mas o público ama.
“Salesman”
Os famosos vendedores ultrapassam o que chamamos a linha dos 50%. Com uma abordagem claramente promocional, participam menos do diálogo. A prioridade é vender, oferecer links interessantes e se auto promover. Muita gente vai contra esse tipo de postura (eu mesmo já fiz severas críticas), mas é preciso se lembrar que, embora esse tipo de abordagem não seja tão “popular” entre a maioria dos profissionais da área de mídias sociais, sempre haverá um público destinado a consumir esses produtos ou serviços.
“Broadcaster / spammers“
Exclusivamente vendedores, decidiram não dialogar ou interagir com seus seguidores. No entanto, não acho necessariamente (entenda-se financeiramente) ruim. Para exemplificar, pesquisei o perfil da @saraivaonline: quase 50 mil seguidores e eles só seguem 70. Outro detalhe: não consegui encontrar nenhum reply ou retweet deles. 100% de suas mensagens são para divulgar ofertas, produtos e promoções. Da mesma forma o @novo_submarino. Daí vem a pergunta: se essa abordagem não estivesse sendo lucrativa, será que eles já não teriam mudado?
Gostaria de adicionar um comentário: às vezes, por determinação de executivos das empresas, alguns profissionais que buscam ou preferem uma abordagem mais voltada ao relacionamento, são obrigados a focar em vender-vender-vender. Culpa dele mesmo, que não conseguiu convencer seu cliente que o modelo vendas-agressivo-estilo-varejo não é o melhor para mídias sociais? Ou dos executivos que não se atualizam? De qualquer forma, perde a empresa (em oportunidade) e o profissional (em experiência).
O objetivo do filme de 2 minutos, destinado a exibição apenas em salas de cinema, é conscientizar e angariar fundos para a defesa da mulher, da ong Women’s Aid.
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A história é a seguinte: Keira chega em seu apartamento e é agredida, verbal e fisicamente por seu companheiro ciumento, que suspeita que ela está tendo um caso com algum ator. Quando a violência começa, Keira tenta recorrer à equipe, pedindo para que cortem a gravação, justificando que aquilo não estava no script. Uma metáfora, como se a violência não fizesse parte do script de um relacionamento. Ao final, a mensagem “Não era hora de alguém dizer corta?”, no sentido de que na vida real não é possível “cortar” a gravação e evitar tal tipo de agressão. Bem forte, rumores dizem que o vídeo foi censurado – mas não confirmei esta informação.
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Confira o vídeo e, abaixo, a transcrição das falas em português:
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Knightley: Oh, você está aqui (percebe a mão dele sangrando). Você se machucou? Tome (dá a toalha).
Namorado: Quem foi hoje? Seu par romântico?
Knightley: Ai, querido, por favor…
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Namorado: Como foi? Parecia de verdade?
Knightley: É o meu trabalho (ele joga toalha no rosto dela).
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Knightley: (olha para câmera e fala) Desculpe, não combinamos isso. Não estava no script.
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Namorado: Vadia! (dá um soco nela)
Knightley: (cai no chão)
Namorado: Sua estúpida (continua a espancá-la)
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Fontes: um | dois
A Nintendo e a agência Dentsu estão prestes a lançar o novo serviço de video-on-demand para o console Wii. Consoles rivais já oferecem serviços de download de vídeo, mas aparentemente a Nintendo tentará fugir da fórmula comum.
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O nome da coisa é Wii No Ma. Poderíamos traduzir como Sala Wii. E realmente, é uma sala (de jantar, provavelmente) na qual a família se reúne para fazer refeições, conversar, assistir conteúdo em vídeos e interagir. No local, gadgets com previsão do tempo e diversos outros recursos online estarão disponíveis.
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Sobre os vídeos, sabe-se apenas que vídeos gratuitos e pagos serão oferecidos e o conteúdo será original e dirigido à “família”. Propaganda nos gratuitos. Ao final de cada vídeo, o usuário classifica se gostou ou não.
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O lado que favorece o marketing é grande e inovador: muitas parcerias com anunciantes irão brindar o usuário com informações sobre produtos, possibilidade de solicitar amostras grátis, cupons de desconto, sondagens e tudo quanto é tipo de pesquisa de mercado (com pequenos benefícios aos usuários). O limite será a criatividade dos profissionais da Dentsu, que terão à disposição vários dados sobre o consumidor (como idade, vídeos que se interessa e produtos que se interessa).
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Ou seja, será uma grande mistura de canal de entretenimento com consumo, totalmente “dirigível” e “segmentável” (sic). Aspectos comerciais deixam de ser passivos, como na TV convencional, e o conteúdo visualizado é 100% customizável. Seria uma vanguarda da Nintendo/Dentsu para o futuro da televisão, adaptada ao mundo dos games?
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O mais estranho a respeito da coleta de dados do usuário é que eles pedem até o tipo sanguíneo do sujeito!
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Fontes: Popzara | TrendHunter | Kotaku
Super criativo, viral transforma caixinhas de balas em instrumentos musicais. Aparentemente o vídeo foi produzido em Copenhagen, Dinamarca. Mas o rapazinho chama-se Micha Albacow, e é do Uzbequistão.
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SITE OFICIAL

Clique na imagem para conhecer o site oficial de Micha, o protagonista do incrível vídeo acima. Tem até um jogo estilo “Guitar Hero” no qual você toca a música do vídeo, estranho mas divertido!
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Local do vídeo: entre lojas Royal Copenhagen e Georg Jansen.
Talvez você já tenha visto este caso, pois de tão inovador sua repercussão foi tremenda: diversas emissoras de tv, até mesmo internacionais, citaram o criativo brasileiro Leopoldo Buosanti. Seu mérito está na inovação, pois instalou em seu estabelecimento comercial (um boteco) uma cabine telefônica – sem telefone algum.
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O grande diferencial da cabine é o isolamento de som externo e a simulação de som ambiente que possui. A finalidade é enganar outras pessoas, por meio do telefone celular, sobre sua localização. Você pode entrar na cabine e escolher som “Trânsito” e dizer à sua namorada que está preso no trânsito, que não vai dar pra jantar com a sogra. Aí, só alegria: pode ficar enchendo a cara com os amigos a noite toda.
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Genial. Por quê?
1. Os clientes conseguem burlar impedimentos pessoais para passar mais tempo no local, consumindo.
2. A inovação torna-se referência, ponto turístico do estabelecimento. Ganha fama.
3. O retorno de mídia espontâneo foi incrível, sem investir em comunicação muita publicidade foi gerada.
4. Nunca ninguém havia feito antes, mesmo sabendo desta “demanda”.
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Escolhi uma das diversas reportagens disponíveis no YouTube, confira:
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Parabéns, Leopoldo! Apresse-se e atualize o site do Boteco Brasil, pois nele ainda não há referência ao seu grande gerador de brand equity!
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