Archive for the ‘Vídeos’ Category
A fórmula começa a ficar batida… virais musicais, já existem tantos por aí que os novos nem surpreendem muito. Mas, de qualquer forma, como a maior parte das ações da Coca-Cola, uma peça muito bem produzida:
Por falar em Coca-Cola, a minha versão favorita (a Zero) acaba de lançar um aplicativo para Facebook que pode ser utilizado para organizar festinhas entre amigos: clique aqui para conhecer.
O objetivo do filme de 2 minutos, destinado a exibição apenas em salas de cinema, é conscientizar e angariar fundos para a defesa da mulher, da ong Women’s Aid.
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A história é a seguinte: Keira chega em seu apartamento e é agredida, verbal e fisicamente por seu companheiro ciumento, que suspeita que ela está tendo um caso com algum ator. Quando a violência começa, Keira tenta recorrer à equipe, pedindo para que cortem a gravação, justificando que aquilo não estava no script. Uma metáfora, como se a violência não fizesse parte do script de um relacionamento. Ao final, a mensagem “Não era hora de alguém dizer corta?”, no sentido de que na vida real não é possível “cortar” a gravação e evitar tal tipo de agressão. Bem forte, rumores dizem que o vídeo foi censurado – mas não confirmei esta informação.
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Confira o vídeo e, abaixo, a transcrição das falas em português:
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Knightley: Oh, você está aqui (percebe a mão dele sangrando). Você se machucou? Tome (dá a toalha).
Namorado: Quem foi hoje? Seu par romântico?
Knightley: Ai, querido, por favor…
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Namorado: Como foi? Parecia de verdade?
Knightley: É o meu trabalho (ele joga toalha no rosto dela).
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Knightley: (olha para câmera e fala) Desculpe, não combinamos isso. Não estava no script.
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Namorado: Vadia! (dá um soco nela)
Knightley: (cai no chão)
Namorado: Sua estúpida (continua a espancá-la)
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Fontes: um | dois
É, diriam os antigos, quem diria! Quem diria que uma linha de cosméticos que nasceu em 1886, para donas-de-casa e vendida de porta em porta, iria atingir o tamanho estrondoso que atingiu? Seu faturamento oscila na faixa dos 10 milhões de dólares por ano, com suas vendas globais. Quem fundou a empresa foi David McConnell, um tiozinho simpático que vendia livros no mesmo sistema porta a porta (o spam da época). Os cosméticos, a princípio, eram brindes. Porém, tornaram-se mais populares do que os livros. Tal demanda gerou uma oportunidade gritante, que até o tiozinho McConnell percebeu e apostou na ideia.
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Agora, um império dos cosméticos, que se distancia cada vez mais do público de menor renda (que foi o foco há algumas décadas), aproximando-se da classe média e de parte dos mais abastados também. Como faz isso? Com campanhas belíssimas, trabalhando o valor da marca, design de embalagem, treinamento da força de vendas, melhorando a qualidade dos produtos, aumentando os preços, associando nomes famosos, copiando o Nine Inch Nails… peraí, copiando o Nine Inch Nails?
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E não é que em sua última empreitada, um lindo vídeo que foi exibido em vários países do novo e do velho mundo, a Avon juntou o nome Lacroix e, talvez sem querer, roubou uma baita ideia do grupo Nine Inch Nails? Talvez tenha sido o subconsciente dos criativos e produtores. Talvez tenha sido uma “inspiração” descarada. Bem, veja os dois vídeos e tire suas conclusões.
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Vídeo da Avon (2009)
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Vídeo do Nine Inch Nails (1997)
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Assistindo ao vídeo inteiro, minha opinião é de que bastou jogar no liquidificador o videoclipe com alguns toques de fashion, bater por 30 segundos e voila, estava pronto.
Para promover o Q5, a Audi resgatou o conceito de animação mais básico, as folhas que se sobrepõem. Porém, não tem nada de desenho rústico: o vídeo faz uso de efeitos avançados e trabalha com certa melancolia na narrativa. Cenas que são incorporadas ao cenário somente por meio do livreto dão um toque simplista, poético, mágico, que estreita a relação entre produto e indivíduo.
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Com o slogan “Tudo acontece na pista”, o filme foi gravado na África do Sul e dirigido por Kim Geldenhuys. O conceito é de que para funcionar a animação das páginas, é preciso que cada imagem esteja perfeitamente posicionada, reforçando o valor de “precisão” do veículo e servindo de metáfora para a qualidade e tecnologia funcionando numa impecável harmonia. Agência: Ogilvy Johannesburg.
Um grupo de publicitários italianos desenvolveu uma campanha ousada, com o único intuito de incentivar o uso de preservativos. A campanha chamava-se Kamaproject, por juntar figuras do Kama Sutra com a popular figura da Morte (o ceifador). O que mais chama a atenção é como a campanha foi vendida. Não havia cliente por trás do desenvolvimento!
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O grupo divulgou a existência da campanha em blogs, sites de mídia social, enviou e-mail diretamente aos diretores de marketing das empresas, para, por fim, colocar a campanha à venda no eBay. E não é que conseguiram? O Myspace foi quem ofereceu maior apoio financeiro, e foi o patrocinador oficial da campanha.
Confira abaixo imagens e o vídeo que explica todo o processo (em inglês):
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Muito divertido este anúncio alemão da marca Loewe. Uma tendência que estava meio apagada, das funcionalidades da tecnologia interagindo com pessoas em anúncios. Lembra da campanha do GreenPeace (era deles mesmo?) na qual um cursor de mouse cutucava e segurava caçadores de baleias? Então, mesmo princípio. Ideia muito bem executada, por sinal. Acho que o produto é um monitor com som embutido e com os controles citados.
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