Archive for the ‘Tecnologia’ Category
Sou um grande fã do Mozilla Firefox. Utilizei-o freneticamente durante vários e vários anos, ajudando na inquisição do (lerdo e ineficaz) Internet Explorer. Ultimamente, após a multiplicação das extensões para o navegador do Google, o Chrome, ele ganhou minha preferência. Isso porque é mais rápido, mais leve e menos suscetível a falhas do que o Firefox. Com as seguintes extensões (e muitas outras possíveis), o trabalho com Google Chrome fica ágil, eficiente e prático. Confira!

>> AutoPager Chrome |
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Diversos sites que dividem o conteúdo em várias páginas, geralmente numeradas (como os resultados de pesquisas no Google) ou cronologicamente (como os blogs) ganham muita agilidade com essa extensão: conforme você desce a tela ela já começa a carregar a próxima página, tornando sua exibição automática. Em vez de clicar no link “2″ quando pesquisa no Google, basta rolar a página que a “2″ será carregada automaticamente, logo abaixo, e depois a “3″ e assim por diante. Simples e genial. |
>> Chrome SEO |
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Recursos para verificar dados relacionados ao trabalho de Search Engine Optimization: visitando um site, basta clicar no botão da extensão para saber quantas páginas do site está indexada nos principais buscadores, o Google Page Rank, backlinks, Alexa Ranking, bookmarks sociais, se há um sitemap.xml, IP do servidor, etc. |
>> IE Tab |
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Não usa o Chrome porque às vezes alguns sites são incompatíveis? Então clique no botão IE Tab para que a aba utilize o sistema do Internet Explorer, dentro do Chrome. Assim você faz funcionar direitinho aqueles sites teimosos! |
>> Awesome Screenshot: Capture & Annotate |
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Com frequência e por diversos motivos precisamos gravar a imagem de algum site, às vezes a página toda, às vezes apenas parte dela. Com essa extensão, você pode escolher quanto capturar e, depois da primeira captura, você pode adicionar anotações e até desfocar o que não quer que seja salvo (como placas de carros, telefones, etc.). Muito bom! |
>> Session Manager |
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Então você está trabalhando com várias abas abertas, precisa desligar o computador, mas não tem todos os endereços salvos. Basta utilizar o Session Manager para salvar todas as abas abertas, que podem ser restauradas a qualquer momento. Permite até que você salve diversas sessões. |
>> URL Shortener |
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Compatível com os mais populares (e alguns exóticos) encurtadores de URL, essa extensão economiza tempo de quem compartilha links pelo Twitter. Selecione os serviços que mais gosta e, quando estiver visitando alguma página, clique no botão URL Shortener e escolha por qual serviço quer encurtar seu link. Suporta o popular migre.me, o bit.ly, goo.gl, youtu.be, entre outros. |
>> WebDeveloper |
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Popular entre os usuários de Firefox, o WebDeveloper chegou ao Chrome reformulado, mais intuitivo e tão útil quanto a versão para o navegador da Mozilla. Possui diversos recursos para analisar a estrutura das páginas, as folhas de estilo, imagens, formulários, etc. |
>> WiseStamp |
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Para quem utiliza Gmail ou e-mail do Google Apps o WiseStamp permite personalizar e incrementar as assinaturas. Possui um sistema automatizado para você incluir links dos seus perfis nas principais mídias sociais, inclusive no Orkut. |
E você, conhece alguma outra extensão que facilita a vida? Comente!
Temos percebido que empresas visionárias tem unido lazer ao trabalho, entretenimento, descontração, com o intuito de melhorar a qualidade de vida de seus colaboradores e, por consequência, seu desempenho e produtividade.
Só que, desta vez, a iniciativa não partiu do RH. Foi aquele estranho vínculo de amor e ódio às apresentações de PowerPoint que levou algumas pessoas a transformar ppts e ppss em karaokê. Não, eles não cantam – eles interpretam os slides, como se as apresentações fossem deles. Só que eles nunca viram estas apresentações!
O mais legal é que eles transformaram a ideia num negócio: eles levam o serviço para dentro das empresas. Uma mistura de comédia de improviso com karaokê, que tem ganhado muitos adeptos pelos EUA – e talvez, em breve, chegue por aqui. Confira:

A segunda onda da internet, chamada por Tim O’Reilly de Web 2.0, possui muitas diferenças da primeira onda. Entre as mais importantes, a possibilidade de colaboração, a facilidade em criar conteúdo e a comunicação de via dupla entre empresas e clientes.
O rádio foi uma grande revolução da comunicação de massa. Durante décadas foi a mais popular e disputada, ditando a vida das pessoas com notícias e entretenimento, concentrando a maior parte da verba publicitária. Aí veio a televisão, e muitos acharam que o rádio iria morrer. Mas ele sobreviveu, continuou firme e forte. Nos últimos anos, com a internet, muitos também disseram: o rádio vai morrer. Ainda mais agora, que o compartilhamento de arquivos mp3 é facílimo e as conexões estão cada vez mais rápidas e baratas, possibiitando o streaming de áudio.
Mas, todos ignoraram as características que o rádio tem em comum com a web 2.0, justamente as características que mais atraem as pessoas para as mídias sociais na grande rede.
Queen “Radio Ga Ga”
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O rádio sempre permitiu a participação do ouvinte, ou seja, era a mídia de massa mais interativa antes da internet. As rádios sempre permitiram visitas aos estúdios, fizeram sorteios de ingressos para os ouvintes, montaram rankings com as músicas mais pedidas… tudo muito colaborativo.
Mesmo que o usuário tenha um iPod com 32 GB de músicas, possa escutar automatizadas rádios online (que permitem pausar e avançar as músicas), ainda assim, as rádios convencionais terão mais valor. Por quê? Porque escutar música assim é frio, mecânico, impessoal, individual. Por isso, o fator mais precioso que o rádio tem em comum com a web 2.0 é o fator HUMANO.
O usuário sabe que por trás das músicas tocando na rádio existe uma equipe trabalhando, com um locutor bacana falando pra ele e para todo mundo que está ouvindo junto com ele. Além disso, não são apenas músicas e anúncios: você tem os comentários dos locutores, notícias, recados dos ouvintes… E sabe que, junto com você, existe um monte de gente escutando e curtindo junto. Você não está sozinho.
Você pode até ter lembrado do serviço Blip, que permite aos seus usuários enviar músicas num “playlist social”. Sim, é muito social, muito humano, mas não há personalidade, não há hierarquia, não há previsibilidade. As rádios desenvolvem personalidade própria, ou seja, o ouvinte conhece suas vinhetas, sabe o tipo de música que vai ouvir, conhece os locutores pelo nome e reconhece sua voz. Sabe que a equipe da rádio pode contar novidades do cenário musical que não teria acesso com seus amigos.
No Blip, as pessoas conversam e prestam homenagens, mandando músicas como bem entendem. Ou seja, se você adiciona alguém que mandou duas músicas dos Beatles, mas na sequência ele pode mandar um sertanejo ou um funk. É imprevisível! A imagem que as rádios criam são tão fortes que elas são realmente personificadas, ganhando um papel de companheira na vida dos ouvintes.
The Buggles “Video Killed the Radio Star”
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Sendo assim, podemos concluir que escutar rádio continua sendo uma delícia e que enquanto as pessoas gostarem de fazer as coisas juntas, o rádio, assim como a internet, não vai morrer.
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Minha rádio favorita? Kiss FM (site)(siga no Twitter)
(recebido por e-mail, autor não especificado)
A Nintendo e a agência Dentsu estão prestes a lançar o novo serviço de video-on-demand para o console Wii. Consoles rivais já oferecem serviços de download de vídeo, mas aparentemente a Nintendo tentará fugir da fórmula comum.
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O nome da coisa é Wii No Ma. Poderíamos traduzir como Sala Wii. E realmente, é uma sala (de jantar, provavelmente) na qual a família se reúne para fazer refeições, conversar, assistir conteúdo em vídeos e interagir. No local, gadgets com previsão do tempo e diversos outros recursos online estarão disponíveis.
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Sobre os vídeos, sabe-se apenas que vídeos gratuitos e pagos serão oferecidos e o conteúdo será original e dirigido à “família”. Propaganda nos gratuitos. Ao final de cada vídeo, o usuário classifica se gostou ou não.
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O lado que favorece o marketing é grande e inovador: muitas parcerias com anunciantes irão brindar o usuário com informações sobre produtos, possibilidade de solicitar amostras grátis, cupons de desconto, sondagens e tudo quanto é tipo de pesquisa de mercado (com pequenos benefícios aos usuários). O limite será a criatividade dos profissionais da Dentsu, que terão à disposição vários dados sobre o consumidor (como idade, vídeos que se interessa e produtos que se interessa).
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Ou seja, será uma grande mistura de canal de entretenimento com consumo, totalmente “dirigível” e “segmentável” (sic). Aspectos comerciais deixam de ser passivos, como na TV convencional, e o conteúdo visualizado é 100% customizável. Seria uma vanguarda da Nintendo/Dentsu para o futuro da televisão, adaptada ao mundo dos games?
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O mais estranho a respeito da coleta de dados do usuário é que eles pedem até o tipo sanguíneo do sujeito!
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Fontes: Popzara | TrendHunter | Kotaku
Lembra do caso 54m5un6 (Samsung escrito em L33T) na camiseta do Palmeiras? Então, o caso foi solucionado. Era um teaser, aplicado na própria marca, para o lançamento do novo smartphone da Samsung que, como eles afirmam, é destinado aos usuários assíduos de mídias sociais. Confira o anúncio oficial, que será veiculado na próxima revista SuperInteressante (abril/2009):
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Aqui no Brasil, o modelo T459 recebeu o nome Scrapy (com apenas um p mesmo). Nos EUA ele recebeu o nome Gravity e em nossos vizinhos latino-americanos, Holic. O maior diferencial é que ele permite um slide lateral, revelando um teclado Qwerty (o Nokia E75 também terá) que, segundo análises disponíveis no YouTube, é muito fácil e confortável. Ele possui o MSN (Windows Live) Messenger integrado, assim como um browser. Com estes dois parceiros (e um serviço de telefonia), os usuários podem “chatear” pelo comunicador instantâneo e atualizar blogs, Twitter, verificar e-mails pelo browser, pesquisar no Google, ler notícias (aviso: frase clichê) e muito mais.
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O MERCADO DE TELEFONIA MÓVEL
Fica bem clara a diferenciação dos smartphones e celulares segmentados por nicho. Existem os sofisticados, com touch screen, design de encher os olhos. Existem os musicais, com players avançados e outros recursos relacionados. Existem os quase-uma-câmera-digital, para os fotógrafos amadores de plantão. Existiam os smartphones, feios porém úteis, para quem precisava usá-los para trabalhar. Agora, até os smartphones estão sendo segmentados, e temos o Scrapy como exemplo: o segmento adolescentes-viciados-em-MSN e blogueiros/twitteiros.
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Veja uma vídeo-análise em espanhol do aparelho:
















