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Para descontrair e informar, nada melhor do que uns advergames. Um dos recursos mais utilizados em estratégias de marketing para web é o branded entertainment ou, advertainment (advertising + entertainment). É um excelente modo de aproximar o consumidor da marca, gerar empatia e fixação – além de, é claro, poder tornar-se um viral. Por isso, dedico este post à uma face do branded entertainment, os advergames! Ou seja, jogos patrocinados por marcas. Consideram até o jogo de guerra (PC/PS2) America’s Army um advergame do Exército dos EUA, pois ele tem como objetivo aumentar as vendas, quer dizer, o alistamento.
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Um dos mais notáveis, envolvendo uma superprodução: The Coke Zero Game.

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Super Vôlei Brasil, da Olympikus, bem feitinho!
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Liquid Awesomeness, da Nestea. Meio bobo, mas a produção é legal.
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Surfínia, jogo criado para divulgar a novela Três Irmãs, da Rede Globo.
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The Strongest Truck, da Volvo.
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Pra você dar no couro, a Axe oferece o Axe (ou Lynx, seu nome em alguns países) Roar Off.
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Fanta: jogo para celular, Virtual Tennis, é inovador por utilizar o conceito de “realidade aumentada“.
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Premiado e muito interessante, o jogo (em português) Weather é oferecido pela ong GreenPeace.
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Menthos apresenta um jogo de luta com temática interessante, Kiss Fight!
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E o Menthos também tem um jogo de realidade aumentada, que exige apenas uma webcam. Beije!
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Coca-Cola Zero e Nascar apresentam: Rooftop Racer, advergame no qual você deve equilibrar a garrafa sobre o carro (treta!).
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Lego oferece um jogo muito divertido, do Indiana Jones. Clique aqui!
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Acho que está bom por hoje, né? Se você tiver alguma sugestão, deixe um comentário!
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MAIS
Ótimo artigo explica detalhadamente o advergame, em português: clique aqui.
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ADVERGAME é coisa do PASSADO!
Esse tema está em destaque e é alvo de discussões mas engana-se quem pensa que é coisa nova, propaganda in-game e advergames existem desde os tempos do Atari 2600. A Johnson & Johnson tinha uma espécie de Space Invaders chamada Tooth Protectors onde o jogador deve defender os pobres dentes dos germes causadores de cárie. A Coca Cola tinha o Pepsi Invaders, em ataque claro a sua concorrente o jogador tinha que impedir a invasão da Pepsi e até destruir o logo da companhia rival. A Purina também tinha um jogo de labirinto chamado Chase the Chuck Wagon. Tudo isso no começo dos anos 80!
A época dos consoles de 8 e 16 bits também teve suas propagandas in-game e advergames. A Pizza Hut e a Domino’s Pizza brigavam para agradar seus clientes também no mundo dos consoles. A Pizza Hut patrocinava o jogo Teenage Mutant Ninja Turtles II para NES e o mascote da Domino’s Pizza tinha seu próprio jogo, Yo! NoidCool Spot também para NES. Me lembro do jogo da 7-up para Mega Drive e SNES. Acredito que esses não sejam os únicos, uma pesquisa mais detalhada deve revelar inúmeros outros jogos para diversos sistemas.
- Trecho de post do blog Oitobits, original aqui
Alguns famigerados e-mails encaminhados que a gente recebe podem ter palavras estratégicas propositais. Diversas vezes, ao perder nosso tempo lendo esses “fwd’s” , podemos estar sendo expostos a algum tipo de comunicação mercadológica.
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Imagine uma piada qualquer. Então, insira no contexto alguma marca. Como naquelas famosas piadas de matrimônio: “então o maridão chega em casa, todo contente em sua Tucson novinha, e sua mulher…”. Acaba passando despercebido.
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Difícil é saber quando esta inserção foi proposital ou não. Em alguns casos, a marca é inserida num contexto depreciativo, mas, em geral, são apenas coadjuvantes. Talvez seja impossível saber o que é fruto de um profiça de marketing e o que é simplesmente inserido por leigos para ilustrar a piada.
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Mas quais seriam as vantagens disto?
Várias. Listarei três: primeira, custo zero. Segunda, é como se fosse um product placement: a marca aparece, mas não é protagonista, então não é criado um valor consciente. Terceira, o valor consciente associado à marca é o do momento de descontração, aquele momento gostoso de entretenimento com uma piada, que provavelmente foi enviada por alguém que gostamos. Desta forma, caracteriza-se uma ação de marketing viral.
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Pois é, você achou que só era possível fazer um viral com vídeo de futebol no YouTube ou hotsite com joguinhos? Não, existe esta fórmula fácil, simples e barata. Você pode até duvidar que algum, entre todos estes branded e-mails, seja proposital. Mas que a divulgação da marca acontece, acontece. Fica a dica para os criativos!
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Exemplo (recebi por e-mail):
















