Posts Tagged ‘inovação’
A fórmula começa a ficar batida… virais musicais, já existem tantos por aí que os novos nem surpreendem muito. Mas, de qualquer forma, como a maior parte das ações da Coca-Cola, uma peça muito bem produzida:
Por falar em Coca-Cola, a minha versão favorita (a Zero) acaba de lançar um aplicativo para Facebook que pode ser utilizado para organizar festinhas entre amigos: clique aqui para conhecer.

Uma coisa é fato: de SEO, talvez elas entendam. Ao procurar por “mídias sociais” no Google, são elas que aparecem na coluna da direita, a dos links patrocinados. Tá, não é SEO, é leilão de palavra-chave. Tudo bem, mesmo assim, elas estão investindo e afirmando que entendem do assunto e que os empreendedores podem confiar suas marcas aos seus cuidados. Vamos ver?
Dialeto.net
A primeira agência possui um site bem limpo, com javascript e sem flash. Uma modelo loira ao notebook é a “imagem conceitual” da empresa. Sobre mídias sociais, segundo as próprias palavras da agência: “Com uma enorme experiência em Mídias Sociais, a Dialeto tem ferramentas de monitoramento e análise [...] estrategistas que identificam crises de reputação e oportunidades”. Me ocorre: enorme experiência? Peraí, este tipo de serviço é tão antigo assim? #fail Continuando, o index do site (Approach no menu) retorna uma página 404. Na Clientes, todos os logotipos estão com links quebrados, nenhuma imagem é exibida – e nenhum trabalho mostrado. No blog da empresa, algumas notícias interessantes, slides… e os links padrão do WordPress! #fail Presença apenas no Twitter, maior parte RTs, 500 seguidores.
Nocaute.net
Esta possui um site mais bonito e simplista, tudo numa única página. Tem um diretor bacanão, que agrega credibilidade. Mas aí tenta convencer seu prospect qualificado que vale a pena investir em mídias sociais com um vídeo em inglês, o “Did You Know”. #fail E o melhor: a agência não disponibiliza acesso a nenhuma presença dela própria nas mídias sociais. #fail
Anfíbia
O site desta agência já é um pouco maior, agradável de navegar. Parecem entender de marketing digital mas… chamam o trabalho em mídias sociais de seeding! #fail (Seeding?) Essa tem um blog mais legal, ativo e com conteúdo. No Twitter, proporção 2 seguindo para 1 seguidor (quase um mass follower). A maior parte dos tweets são links para o próprio blog e, pasme, com URLs grandes! #fail
M2BRnet
Com um nome super bonito e original, o site dá conta do recado. Pra explicar as mídias sociais, divaga sobre o termo web 2.0 (que divide mares) e indicam um case no SlideShare (com menos de 200 visualizações #fail). No case, demonstram como utilizaram seeding no Orkut, que até deu resultado, mas na divulgação do link do site do cliente. Ou seja, foram escravos do Analytics, focando na visitação e pageviews do site, não no diálogo, no relacionamento. Twitter deles? Fraquinho também.
DigiPronto
Primeiro erro: vídeo com autoplay #fail, que dá aquele susto com o som que começa a rolar. De resto, o site está de acordo com as tendências recentes. Conta alguns cases legais sobre sites e campanhas, mas nada de mídias sociais – nem descrição do serviço. O Twitter tem 75 seguidores.
GloGs (agência digital . org)
O site da última colocada tem visual bacana, mas apresenta trabalho em mídia social em pacotes. Ou seja, generalizam (segundo texto deles): criam perfis e comunidades, publicam textos algumas vezes por semana – dependendo do plano escolhido! #fail, respondem os comentários e enviam relatórios com alcance, quantidade de mensagens, comentários, etc. Eles não disponibilizam acesso a nenhuma presença deles nas mídias sociais. #fail
Conclusão
Talvez seja cedo demais para confiar em agências que se dizem especializadas em mídias sociais. Na verdade, como muitos profissionais concordam, todos têm teorias e metodologias, mas no fundo não há uma grande fórmula absoluta e infalível, nem profissionais que saibam de tudo. Gurus, especialistas e outros estão por aí, com o mesmo discurso destas agências. Fico até com receio quando me apresento, prefiro falar que sou webwriter e trabalho com mídias sociais. O melhor caminho talvez seja buscar auxílio naquela agência de marketing web que você já confia, ou então buscar por consultores e escutar alguns, para avaliar quem tem mais potencial para ajudar sua empresa nesta empreitada que, a primeira vista parece simples, mas é muito, muito complexa – e enriquecedora.
A Nintendo e a agência Dentsu estão prestes a lançar o novo serviço de video-on-demand para o console Wii. Consoles rivais já oferecem serviços de download de vídeo, mas aparentemente a Nintendo tentará fugir da fórmula comum.
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O nome da coisa é Wii No Ma. Poderíamos traduzir como Sala Wii. E realmente, é uma sala (de jantar, provavelmente) na qual a família se reúne para fazer refeições, conversar, assistir conteúdo em vídeos e interagir. No local, gadgets com previsão do tempo e diversos outros recursos online estarão disponíveis.
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Sobre os vídeos, sabe-se apenas que vídeos gratuitos e pagos serão oferecidos e o conteúdo será original e dirigido à “família”. Propaganda nos gratuitos. Ao final de cada vídeo, o usuário classifica se gostou ou não.
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O lado que favorece o marketing é grande e inovador: muitas parcerias com anunciantes irão brindar o usuário com informações sobre produtos, possibilidade de solicitar amostras grátis, cupons de desconto, sondagens e tudo quanto é tipo de pesquisa de mercado (com pequenos benefícios aos usuários). O limite será a criatividade dos profissionais da Dentsu, que terão à disposição vários dados sobre o consumidor (como idade, vídeos que se interessa e produtos que se interessa).
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Ou seja, será uma grande mistura de canal de entretenimento com consumo, totalmente “dirigível” e “segmentável” (sic). Aspectos comerciais deixam de ser passivos, como na TV convencional, e o conteúdo visualizado é 100% customizável. Seria uma vanguarda da Nintendo/Dentsu para o futuro da televisão, adaptada ao mundo dos games?
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O mais estranho a respeito da coleta de dados do usuário é que eles pedem até o tipo sanguíneo do sujeito!
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Fontes: Popzara | TrendHunter | Kotaku
Talvez você já tenha visto este caso, pois de tão inovador sua repercussão foi tremenda: diversas emissoras de tv, até mesmo internacionais, citaram o criativo brasileiro Leopoldo Buosanti. Seu mérito está na inovação, pois instalou em seu estabelecimento comercial (um boteco) uma cabine telefônica – sem telefone algum.
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O grande diferencial da cabine é o isolamento de som externo e a simulação de som ambiente que possui. A finalidade é enganar outras pessoas, por meio do telefone celular, sobre sua localização. Você pode entrar na cabine e escolher som “Trânsito” e dizer à sua namorada que está preso no trânsito, que não vai dar pra jantar com a sogra. Aí, só alegria: pode ficar enchendo a cara com os amigos a noite toda.
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Genial. Por quê?
1. Os clientes conseguem burlar impedimentos pessoais para passar mais tempo no local, consumindo.
2. A inovação torna-se referência, ponto turístico do estabelecimento. Ganha fama.
3. O retorno de mídia espontâneo foi incrível, sem investir em comunicação muita publicidade foi gerada.
4. Nunca ninguém havia feito antes, mesmo sabendo desta “demanda”.
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Escolhi uma das diversas reportagens disponíveis no YouTube, confira:
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Parabéns, Leopoldo! Apresse-se e atualize o site do Boteco Brasil, pois nele ainda não há referência ao seu grande gerador de brand equity!
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Clique aqui para ler matéria do G1
Clique aqui para ver mais vídeos no YouTube
Clique aqui para conhecer o site do estabelecimento
Finalmente a Samsung apresentou em campo seu novo logo, que utiliza números em meio as letras que formam o logo da marca. Sendo assim, lê-se 54m5un6, em oposição ao tradicional Samsung. Este recurso é chamado de leet (l33t, l337 ou 1337), e difundiu-se inicialmente entre hackers, posteriormente conquistando novos adeptos. Ainda não é tão popular quanto os smileys ou estilo “miguxah” de escrever, mas a maior parte dos internautas conseguem ler l33t. Uma inovação que provavelmente busca aumentar a proximidade com o público jovem que, sendo um heavy user de internet ou não, ao menos está digitalmente incluso. Acredito ser uma das primeiras, senão a primeira, grande marca a fazer algo do tipo. Ousado.
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Foto: UOL Esporte
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ATUALIZADO: clique aqui e confira o celular da Samsung que deu origem à esta inserção!






