Posts Tagged ‘mídias sociais’

O blog midiabuzz.com.br publicou um excelente artigo no qual descreve 4 estilos de atuação corporativa no Twitter. Tomei a liberdade de emprestar algumas partes, com o intuito de disseminar o conteúdo. O artigo original você encontra clicando aqui.

Confira os 4 tipos:

“Conversationalists”
Os “conversadores” são aqueles usuários que sabem por que estão no Twitter. Embora sempre com um fundo comercial, eles são mais dispostos a dialogar. Muitos consultores e analistas se enquadram nesse perfil. Nesse caso, o benefício profissional é menos direto, mas não pense que ele não existe. Através do diálogo esses profissionais alcançam níveis altos de credibilidade e confiança da comunidade.

“Conversational Marketer”
Uma mistura entre diálogo e auto promoção. Talvez tenham links para seu negócio ou blog com mais freqüência. No entanto, ainda sim participam ativamente do diálogo. Vez ou outra irão lembrá-lo sobre seus produtos, ou sobre seu novo site ou newsletter e depois continuar com o diálogo. Até que chega um ponto que seus receptores já não distinguem claramente o diálogo da auto promoção. Um ótimo exemplo disso é o @camiseteria. Apesar do grande diálogo que existe entre o perfil e seus seguidores, sempre há na timeline tweets abordando o site, as promoções e as novas estampas. Algumas pessoas podem não gostar, mas o público ama.

“Salesman”
Os famosos vendedores ultrapassam o que chamamos a linha dos 50%. Com uma abordagem claramente promocional, participam menos do diálogo. A prioridade é vender, oferecer links interessantes e se auto promover. Muita gente vai contra esse tipo de postura (eu mesmo já fiz severas críticas), mas é preciso se lembrar que, embora esse tipo de abordagem não seja tão “popular” entre a maioria dos profissionais da área de mídias sociais, sempre haverá um público destinado a consumir esses produtos ou serviços.

“Broadcaster / spammers
Exclusivamente vendedores, decidiram não dialogar ou interagir com seus seguidores. No entanto, não acho necessariamente (entenda-se financeiramente) ruim. Para exemplificar, pesquisei o perfil da @saraivaonline: quase 50 mil seguidores e eles só seguem 70. Outro detalhe: não consegui encontrar nenhum reply ou retweet deles. 100% de suas mensagens são para divulgar ofertas, produtos e promoções. Da mesma forma o @novo_submarino. Daí vem a pergunta: se essa abordagem não estivesse sendo lucrativa, será que eles já não teriam mudado?

Gostaria de adicionar um comentário: às vezes, por determinação de executivos das empresas, alguns profissionais que buscam ou preferem uma abordagem mais voltada ao relacionamento, são obrigados a focar em vender-vender-vender. Culpa dele mesmo, que não conseguiu convencer seu cliente que o modelo vendas-agressivo-estilo-varejo não é o melhor para mídias sociais? Ou dos executivos que não se atualizam? De qualquer forma, perde a empresa (em oportunidade) e o profissional (em experiência).

Montei uma apresentação de slides com alguns argumentos e números interessantes para conscientizar os empreendedores que ainda não compreendem a dimensão e potencial das mídias sociais. Sinta-se livre para “embedar” ou compartilhar:

Em resposta ao post “Entendendo Redes Sociais e Mídias Sociais assim como suas ferramentas” do Mídias Sociais blog:


“Propaganda” ou “publicidade”?

Philip Kotler e Kevin Lane Keller definem, em “Administração de Marketing”, PROPAGANDA como: “qualquer forma paga de apresentação não pessoal e promocional de ideias, bens ou serviços por um patrocinador identificado”.

PUBLICIDADE só aparece como recurso do profissional de Relações Públicas. Quando algo é bom ou ruim, a marca tem publicidade positiva ou negativa, ou seja, divulgação espontânea e que foge ao controle da empresa.

O conceito, por causa da “propaganda” nas grandes guerras (a propaganda moderna deve muito ao nazista Joseph Goebbels), foi afastado do vocabulário anglicano e norte-americano. Lá, eles usam ‘advertising’ para o que chamamos de ‘propaganda’. O que chamamos de ‘publicidade’, para eles é ‘public relations’ (exercida pelo PR Manager). Propaganda, para eles, é um termo que define propagação ideológica sem escrúpulos, como nas guerras.


“Redes sociais” ou “mídias sociais”?

Coloquialmente utilizamos ambos como sinônimos. Entretanto, o termo rede social é super antigo no mundo corporativo, sempre foi usado com relação à construção de networks. Se temos uma mídia (a internet/um site) intermediando a rede social, então esta mídia é social (mas, dentro dela, existe a rede).

No final das contas, em ambos os casos, no dia-a-dia não faz muita diferença usar um termo ou outro. No final das contas, hoje nos referimos à publicidade apenas como retorno de mídia ou conteúdo gerado por usuário. Já as redes sociais sem mídias intermediadoras são chamadas apenas de networks. A linguagem técnica e seus conceituadores devem ser tão flexíveis quanto ela própria, o mundo muda, evolui, progride, assim como nossa língua. Sendo assim, debater terminologias retrógradas é jogar conversa fora!

Mesmo possuindo mais de 32 milhões de usuários, recebendo publicidade massiva de governos e celebridades e produzindo resultados memoráveis para empresas como Dell e Zappos, muitos executivos ainda não entendem o Twitter.

Além disso, há muito ruído: informações superficiais, auto-promoção e spam, que afugentam os novatos neste serviço, como se todos gritassem e ninguém escutasse. Mas, entendendo e sabendo utilizar, o Twitter é uma poderosa ferramenta.

Crédito: pistachioconsulting.com

Confira abaixo 7 motivos porquê toda empresa precisar estar no Twitter:

1. Para interagir com clientes

Manter contato com clientes pelo twitter não apenas fideliza, mas permite conquistar novos clientes e desenvolver o relacionamento – a preço baixíssimo. Com mil seguidores, por exemplo, cada tweet vale por 1000 e-mails marketing. Não que o Twitter vá substituir outras formas de contato, mas ele reduz o custo e estreita a frequência das interações.

2. Para interagir com prospects

Vários de seus clientes estão usando o twitter, assim como seus prospects. E eles podem não notar seus anúncios, mas ao conferir seu twitter, podem notar a qualidade do atendimento em vez de apenas ouví-lo dizer que seu atendimento é bom (afinal, todos dizem isso).

3. Para influenciar os influenciadores

Analistas da indústria, jornalistas, blogueiros e outros líderes de opinião de todos os setores da economia estão representados no Twitter. Se você twittar conteúdo que os interessa, os retwittar e começar diálogos, eles podem formar uma opinião favorável e escrever/falar sobre sua empresa. É menos formal, mais social e menos frio do que outras abordagens.

4. Para ganhar inteligência de mercado

O fato de que consumidores, prospects e líderes de opinião estão todos usando o twitter fazem dele uma ótima fonte de pesquisa sobre seus produtos, sobre o mercado e novas ideias.

5. Para se tornar um recurso

Prospects não se importam com seu produto ou serviço – eles querem resolver seus problemas. Demonstrar e compartilhar um amplo conhecimento em sua área de atuação fará de você um recurso de informações úteis, dando a possibilidade de você falar mais sobre seus produtos e serviços em forma de consultoria.

6. Para dar personalidade ao seu negócio

Websites de empresas são, necessariamente, uma comunicação do tipo um-para-muitos, formal e impessoal. O Twitter, por sua vez, é muito mais casual, amigável, promove conversas, é mais pessoal e capaz de criar novos valores e reforçar os já existentes de brand equity.

7. Para fazer parte da conversação

Clientes, prospects e influenciadores já estão lá, discutindo sobre seu mercado e talvez até sobre sua empresa. Se você não participar dessa conversa, você estará perdendo uma valiosa inteligência, oportunidades de negócios e até a oportunidade de prevenir danos à imagem da sua marca.

Conclusão

O Twitter é muito mais do que uma sopa de 140 caracteres para celebridades, spams e narcisistas. Profissionais e usuários mais espertos conseguem filtrar a cacofonia e cria diálogos preciosos com participantes singulares. Não fique de fora!

Publicado originalmente em: mídia zozial – notícias curtas sobre mídias sociais

Estudo realizado na Austrália revelou que o uso de redes sociais DURANTE O EXPEDIENTE aumenta a produtividade dos funcionários.

Por quê? Simples: entre uma tarefa e outra os trabalhadores relaxam e “limpam suas mentes”, melhorando a concentração para a próxima atividade.

Um raciocínio bastante simples e lógico. Confira a nota publicada na revista Você S/A:

clique na imagem para aumentar

Apesar de algumas agências e “especialistas” terem desenvolvido alguns métodos para mensurar os resultados das atividades nas mídias sociais, poucas metodologias são aplicadas ou geram resultados precisos.

Para tentar amenizar esta situação, há diversas ferramentas que podem dar uma ajuda aos profissionais (ou narcisistas) das mídias sociais. Confira abaixo uma lista com 9 ferramentas que servem para medir seu alcance e influência no Twitter:
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1. Descubra quem você mais retweeta, quais seus horários mais ativos, etc.

Excelente ferramenta de análise. Define sua frequência no Twitter, quem você retweeta mais, quem você responde mais, quais horários você twitta mais, entre outros dados.

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TweetStats

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2. Descubra o poder de compartilhamento dos seus leitores

Ótima ferramenta, um pouco lenta, mas fornece dados como sua frequência em gráficos, contador de retweets, alcance dos leitores, etc.

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Twitter Analyzer

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3. Descubra qual Tweet rendeu-lhe seguidores e qual o fez perdê-los

Muito útil, mas nem tão precisa. Levanta dados que não são disponibilizados por outras ferramentas. Informa quantos seguidores você perdeu nas últimas X horas, quantos ganhou durante o mesmo período. Assim, indica quais tweets ajudaram a ganhar ou perder seguidores.

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Tweet Effect

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4. Descubra seu capital social, velocidade e centralização no Twitter

Essa ferramenta o ajudará a descobrir três importantes fatores que definem seu poder e influência no Twitter: alcance, velocidade e capital social.

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Twinfluence

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5. Descubra quem é popular na sua região ou país

Ferramenta bastante popular, indica quem é popular em certa região com base no número de seguidores, comunicação, retweets, influência, etc. Um cálculo diferenciado, mas com resultados por vezes questionáveis.

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Twitter Grader

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6. Descubra seu Twitter Rank

Uma ferramenta simples que te dá um “Twitter Rank” baseado no seu quociente de confiança na rede social, ou algo parecido. O desenvolvedor não explicou direito como é o algoritmo, mas parece legítimo.

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Twitter Rank

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7. Descubra quantas pessoas você atinge com suas twittadas

Essa análise faz bastante sentido. Ela te diz quantas impressões suas twittadas têm numa determinada parcela de tempo, medindo qual o alcance dos seus tweets.

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Tweet Reach

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8. Descubra sua influência, taxa de ruído e velocidade

Grande ferramenta que calcula sua influência, qualidade e velocidade das twittadas. Permite comparar com outros usuários e gerar gráficos.

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Twitlyzer

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9. Acompanhe o progresso dos seguidores que você ganha

Esta ferramenta é muito eficiente: a partir da primeira vez que você a utiliza, cada vez que você pesquisa ela te informa quantos seguidores você tem ganhado ou perdido, por dia, semana, mês, entre outros dados.

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Twitter Counter

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10. Descubra seu primeiro tweet, quando atingirá 1 milhão de seguidores, etc.

Esta ferramenta é bem interessante pois reúne várias funcionalidades: confira sua primeira twittada, sua velocidade, análise do seu profile e uso do Twitter, tempo gasto twittando, quando atingirá 1 milhão de seguidores, quem foram seus primeiros seguidores e seguidos, etc.

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Twittas

11. Descubra as citações (links) para seu site que usuários do Twitter publicam

Esta ferramenta encontra as twittadas com links que você especifica. Legal que ele consegue identificar (alguns) links originais que foram encurtados.

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Fonte: Daily SEO Blog e Golden Blogging

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